Unipê recebe aluna italiana para intercâmbio em 2019.1 - UNIPÊ
18/03/2019 11:42 am

Unipê recebe aluna italiana para intercâmbio em 2019.1

O Unipê recebeu, no último mês de fevereiro, a sua primeira estudante italiana intercambista da cidade de Pisa, Itália. A vinda da estudante para a Instituição ocorreu por meio do convênio de mobilidade acadêmica firmado entre o Unipê e a Universidade de Pisa. A aluna Caterina Secchi chegou a João Pessoa no último dia 1º de fevereiro e deverá permanecer na cidade até o mês de julho.

Caterina Secchi

 

Para Luis Miranda, coordenador do Escritório de Internacionalização e Redes de Cooperação do Unipê, acolher um aluno intercambista é sempre um grande desafio. “Trata-se de proporcionar um ambiente imersivo em termos humanos, acadêmicos, sociais e culturais. Mais do que fazer experienciar diferenças, o grande desafio é ajudar os alunos intercambistas a integrarem a experiência de modo que ela suscite um olhar empreendedor, inovador e humanizado. É isso que procuramos fazer através do Escritório de Internacionalização e Redes de Cooperação”, comentou Miranda.

O professor reiterou que a vinda de Caterina, por meio do acordo de cooperação com a Universidade de Pisa, é sinal de consolidação de importantes parcerias. “É também sinal do que o Unipê representa: uma realidade de excelência, seja a nível nacional ou internacional, aberta à cooperação e ao intercâmbio, com exigência e qualidade de ensino de referência e com foco no desenvolvimento de habilidades e competências alinhadas com a educação 4.0. Acreditamos que Caterina é a primeira de muitos outros alunos que receberemos futuramente, não só da universidade de Pisa, mas também de outras universidades com quem vimos fechando importantes parcerias”, completou.

Luis Miranda e Caterina Secchi 

 

Sobre Caterina

Caterina tem 24 anos e estuda, na Itália, o curso de Arquitetura e Engenharia. Diferentemente do Brasil, lá os cursos são ministrados juntos. No Unipê, ela está estudando na graduação de Arquitetura e Urbanismo, curso no qual pretende trabalhar sobre a sua tese (Trabalho de Conclusão de Curso). Caterina objetiva desenvolver um trabalho de arquitetura social em uma comunidade carente da capital.

“Meu objetivo é desenvolver um projeto que proponha intervenções arquitetônicas em comunidades carentes. Por isso, resolvi cursar algumas disciplinas aqui, dentre elas a de Projeto 5, que trabalha a questão da habitação social. Nela conheci a comunidade Cafofo/Liberdade, sobre a qual eu pretendo desenvolver minha tese. Espero desenvolver um proposta de intervenção nessa comunidade que possa ser replicada, claro que tendo em vista a especificidade de cada local. Espero poder realizar uma intervenção social pela arquitetura, com a arquitetura sustentável”, destacou.

Caterina Secchi

 

Experiência com Intercâmbio

Esta não é a primeira experiência de Intercâmbio de Caterina Secchi. Aos 16 anos, ela fez um rápido intercâmbio para a Nova Zelândia. Já durante a graduação, ela estudou durante um ano, também por meio de intercâmbio, em Porto, Portugal. “Acho que todas as coisas que você faz na vida trazem algo. Acrescentam sempre mais coisas. Mais abertura e mais perspectivas”, comentou.

Segundo Caterina, a experiência vivenciada no Unipê, até então, tem sido bastante enriquecedora. A estudante ressaltou todo o apoio que recebeu por parte do Escritório de Internacionalização da Instituição, que lhe deu todo o suporte, desde o momento em que se interessou pelo intercâmbio. “Isso me impressionou”, afirmou.

Caterina Secchi

A estudante destacou que sair da Itália a permitiu ampliar sua visão de mundo, tanto acadêmica quanto social. “Eu amo a Itália, amo o meu país, contudo eu sempre gostei de experimentar várias escolas, metodologias de estudo, de trabalho, ter várias experiências, e queria experimentar mais uma. Escolhi o Unipê porque conheci algumas alunas daqui (do Unipê) na minha Universidade e soube que aqui poderia encontrar a possibilidade de trabalhar sobre a minha tese, com comunidades carentes. Fora isso, eu fiquei curiosa para conhecer mais sobre o Brasil, a partir dos relatos dessas minhas colegas de curso”, disse.

Experiências acadêmicas, pessoais, culturais e sociais. Para Caterina, intercâmbio é sinônimo de descobertas e aprendizados, por isso fez questão de deixar um recado para quem reluta em viver essa experiência. “A primeira coisa que eu digo é ‘Faça um Intercâmbio’. Às vezes os alunos têm medo de perder algo, matérias, disciplinas, mas o que ganhamos é muito maior do que qualquer possível perda. É um momento de experiência profissional, experiência de vida”, completou.

Fonte: Assessoria de Comunicação - ASCOM